Executivo avalia modelo de gestão das infraestruturas associadas à fundição de alumínio instalada em Matola.
O Governo moçambicano está a analisar a possibilidade de transferir a gestão das operações da infraestrutura onde funciona a fábrica da Mozal para uma nova empresa. A informação foi avançada pelo Ministro da Administração Estatal e Função Pública e porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa, durante uma comunicação feita na cidade de Maputo.
Segundo o governante, a medida faz parte de um processo de avaliação conduzido pelo Executivo com vista a melhorar o modelo de gestão das infraestruturas associadas à maior fundição de alumínio do país, localizada no município da Matola. A intenção do Governo é garantir maior eficiência administrativa e operacional na gestão dos activos ligados ao funcionamento da unidade industrial.
De acordo com Inocêncio Impissa, a proposta ainda se encontra em fase de análise e enquadra-se nos esforços do Executivo para assegurar que os investimentos estratégicos do país continuem a contribuir para o crescimento económico e para a criação de oportunidades de desenvolvimento.
A Mozal é considerada um dos maiores investimentos industriais de Moçambique e tem desempenhado um papel importante na economia nacional, sobretudo nas exportações e na geração de receitas fiscais. Por essa razão, qualquer alteração no modelo de gestão das infraestruturas associadas à fábrica está a ser avaliada com cautela pelas autoridades governamentais.
O porta-voz do Governo explicou ainda que, caso a proposta avance, a nova entidade responsável pela gestão das operações deverá assegurar a continuidade das actividades da fundição, sem comprometer os níveis de produção, o emprego e os compromissos assumidos com parceiros nacionais e internacionais.
O Executivo garante que continuará a acompanhar o processo e que novas informações serão tornadas públicas à medida que as decisões forem sendo formalizadas. A eventual criação de uma nova empresa gestora poderá representar um novo capítulo na organização das infraestruturas que suportam um dos maiores projectos industriais do país. avalia modelo de gestão das infraestruturas associadas à fundição de alumínio instalada em Matola.
O Governo moçambicano está a analisar a possibilidade de transferir a gestão das operações da infraestrutura onde funciona a fábrica da Mozal para uma nova empresa. A informação foi avançada pelo Ministro da Administração Estatal e Função Pública e porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa, durante uma comunicação feita na cidade de Maputo.
Segundo o governante, a medida faz parte de um processo de avaliação conduzido pelo Executivo com vista a melhorar o modelo de gestão das infraestruturas associadas à maior fundição de alumínio do país, localizada no município da Matola. A intenção do Governo é garantir maior eficiência administrativa e operacional na gestão dos activos ligados ao funcionamento da unidade industrial.
De acordo com Inocêncio Impissa, a proposta ainda se encontra em fase de análise e enquadra-se nos esforços do Executivo para assegurar que os investimentos estratégicos do país continuem a contribuir para o crescimento económico e para a criação de oportunidades de desenvolvimento.
A Mozal é considerada um dos maiores investimentos industriais de Moçambique e tem desempenhado um papel importante na economia nacional, sobretudo nas exportações e na geração de receitas fiscais. Por essa razão, qualquer alteração no modelo de gestão das infraestruturas associadas à fábrica está a ser avaliada com cautela pelas autoridades governamentais.
O porta-voz do Governo explicou ainda que, caso a proposta avance, a nova entidade responsável pela gestão das operações deverá assegurar a continuidade das actividades da fundição, sem comprometer os níveis de produção, o emprego e os compromissos assumidos com parceiros nacionais e internacionais.
O Executivo garante que continuará a acompanhar o processo e que novas informações serão tornadas públicas à medida que as decisões forem sendo formalizadas. A eventual criação de uma nova empresa gestora poderá representar um novo capítulo na organização das infraestruturas que suportam um dos maiores projectos industriais do país.
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