Daniel Chapo defende um ensino superior mais virado para as necessidades da economia, da industrialização e da criação de emprego, apelando à revisão estratégica do sector.
Presidente da República admite que o ensino superior ainda não responde às exigências do mercado e exige reformas para formar profissionais preparados para os desafios do desenvolvimento nacional.
O Presidente da República, Daniel Chapo, reconheceu que o ensino superior em Moçambique continua a enfrentar fragilidades que comprometem a capacidade de responder às exigências do mercado de trabalho.
Falando esta segunda-feira, na cidade de Maputo, durante a abertura da Conferência Nacional do Ensino Superior, o Chefe de Estado defendeu que as instituições de ensino superior devem formar um capital humano mais qualificado, produtivo e inovador, capaz de impulsionar a industrialização do país, fortalecer as cadeias de valor e acelerar a transformação digital.
Daniel Chapo afirmou ainda que o Plano Estratégico do Ensino Superior deve ser ajustado às rápidas mudanças tecnológicas globais, garantindo que os cursos oferecidos pelas universidades estejam alinhados com as necessidades do sector produtivo e contribuam para a criação de mais oportunidades de emprego para os jovens moçambicanos.
O posicionamento do Presidente reforça a necessidade de aproximar as instituições de ensino superior do mercado de trabalho, promovendo uma formação orientada para competências práticas, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento económico sustentável.
Fonte: (RM).
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