MINISTRO DA JUSTIÇA DEFENDE REFORÇO DA PREVENÇÃO DE CONFLITOS E MAIOR CONFIANÇA NAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO.

Mateus Saize afirma que Moçambique deve consolidar a paz através da promoção da tolerância, do respeito pela diversidade de opiniões e do fortalecimento da justiça transicional.

O Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize, defendeu esta quarta-feira (15), em Maputo, a necessidade de Moçambique continuar a investir em mecanismos eficazes de prevenção de conflitos, como forma de preservar a estabilidade política, social e institucional do país.

Falando durante a Conferência Nacional sobre Justiça Transicional e o Futuro de Moçambique, o governante sublinhou que a construção de uma paz duradoura depende do fortalecimento da confiança entre os cidadãos e as instituições do Estado, bem como da promoção de uma cultura de diálogo, tolerância e respeito pelas diferentes sensibilidades políticas e sociais.

Segundo Mateus Saize, a prevenção de conflitos deve ser encarada como uma prioridade permanente, sobretudo num contexto em que o país procura consolidar a reconciliação nacional, fortalecer o Estado de Direito Democrático e promover uma convivência pacífica entre todos os moçambicanos.

O ministro destacou ainda que a justiça transicional representa um instrumento importante para enfrentar os desafios herdados de períodos de tensão e violência, permitindo promover a verdade, a responsabilização, a reconciliação e a reparação, elementos considerados essenciais para evitar a repetição de conflitos.

A conferência reúne representantes do Governo, organizações da sociedade civil, académicos, líderes religiosos, parceiros de cooperação e especialistas em direitos humanos, com o objectivo de debater caminhos para fortalecer a paz, a justiça e a reconciliação em Moçambique.

O evento é organizado em parceria entre o Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos e o Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDDH), servindo como espaço de reflexão sobre os desafios e as oportunidades da justiça transicional na construção de um futuro mais inclusivo, democrático e estável para o país.

Fonte: (RM).

#COSSAINFORMACAONEWS/2026

Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem